sexta-feira, 8 de julho de 2011

Autismo, novo método tem 94% de precisão.....bye

Amplo espectro
De maneira geral, as desordens do espectro autista englobam a incapacidade de se relacionar socialmente, problemas com a linguagem, com o comportamento e com o aprendizado em níveis muito variados. “Quanto maAis cedo se identificam os sinais, maiores as chances de se intervir”, pondera a psiquiatra Rafaella Oliveira de Almeida. “O tratamento psiquiátrico, assim como o acompanhamento com fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos e psicólogos, é fundamental para proporcionar o mínimo de qualidade de vida ao autista e a sua família”, avalia.

O problema é que a atenção especializada é dispendiosa. Em Brasília, a única unidade pública voltada a esses pacientes perdeu espaço ao longo dos anos. Hoje, leva-se pelo menos seis meses para conseguir atendimento médico ou com terapeutas e fonoaudiólogos. “Perder tempo para uma criança autista significa abrir mão de se amenizar os danos causados pelo distúrbio”, observa Adriana Alves, presidente do Movimento Orgulho Autista do Brasil.

A aposentada Juarina Sales Bastos reforça as palavras da colega. Ela lembra que o filho foi diagnosticado quando já tinha 14 anos. “Eduardo fez 27 e tem síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo”, revela. A capacidade cognitiva e a linguagem do rapaz foram preservadas, mas ele apresenta diversas outras características de um autista severo. “Meu filho passou em dois vestibulares, mas não consegue acompanhar as aulas. Nenhuma instituição atende suas necessidades especiais. Ele foi vítima de preconceito várias vezes.